
20/05/08
14/05/08
13/05/08
12/05/08
06/05/08
02/05/08
Cheio de mim.
Cheio de ti.
Cheio das velas sem fim de vontades obscuras.
Cheio de ondulações.
Cheio de noite.
Cheio de ondulações indefinidas, das ondulações do meu posto de vigia.
Cheio de chuva.
Cheio de destruições, de destroços, de destroços aos montões.
Cheio de gritos, e gritos, e gritos.
Cheio de asfixia.
Tromba de água lenta e turbulenta.
Herberto Helder
Cheio de ti.
Cheio das velas sem fim de vontades obscuras.
Cheio de ondulações.
Cheio de noite.
Cheio de ondulações indefinidas, das ondulações do meu posto de vigia.
Cheio de chuva.
Cheio de destruições, de destroços, de destroços aos montões.
Cheio de gritos, e gritos, e gritos.
Cheio de asfixia.
Tromba de água lenta e turbulenta.
Herberto Helder
27/04/08
26/04/08
23/04/08
Ellen Page novamente a surpreender. Este filme é bastante intenso, quer pela história em si, quer pela forma como é apresentado. Dividido em fragmentos. Os olhos seguem um fragmento que depois acaba por se ir juntando a outro, e sucessivamente constrói-se a história. O desamor da família, a crueldade dos colegas de escola e a sua fantasia de construção mental de um namorado perfeito, não são suficientes para a deixar louca, como todos parecem ansiar. A sua fragilidade é a sua força. A força de liberdade, de ser fiel a si mesma.
Nota ainda para a banda sonora que acompanha de forma exímia o filme.
21/04/08
11/04/08
08/04/08
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