Fui descobrir-te.
Vesti o fato de mergulho.
Tapei o nariz. Contei até 3 e... splash. De cabeça, lá fui eu :)
E o que vi foi azul. De tão brilhante que estava, apeteceu-me voltar. Agora sem fato, sem tapar o nariz, sem nada. Só eu e o sorriso. E tu.
29/03/08
27/03/08
URGENTE-URGENTE-URGENTE-URGENTE
É mais forte do que eu!
São este género de situações que me tiram do sério.
É grave demais para não dizer ou fazer nada!
Na ânsia de chegar ao maior número de pessoas que conheço (ou não), deixo aqui o link da petição a favor da condenação das violações que se fazem no Tibete.
Não a deixem passar em branco!
Acho que estão todos ao corrente, não me vou demorar a explicar o que se passa por lá.
TIBETE LIVRE!
São este género de situações que me tiram do sério.
É grave demais para não dizer ou fazer nada!
Na ânsia de chegar ao maior número de pessoas que conheço (ou não), deixo aqui o link da petição a favor da condenação das violações que se fazem no Tibete.
Não a deixem passar em branco!
Acho que estão todos ao corrente, não me vou demorar a explicar o que se passa por lá.
TIBETE LIVRE!
23/03/08
22/03/08
Foi assim... a 13 de Março na Aula Magna
Patrick Watson






Não me desiludiram.
Nem estiveram sequer perto disso. Muito pelo contrário. Preencheram todos os cantinhos das expectativas que tinha.
Concerto bom, despretensioso, bem pertinho de nós, público.
Não são uma banda qualquer. Têm características únicas de estar em palco. Não são nada previsíveis, o que torna o concerto uma surpresa. Passam de temas acompanhos harmoniosamente pelo piano e pouco mais, a temas de acompanhamento miscelâneo, com todos os instrumentos ao rubro, mas sempre muito gratificantes. Mr. Watson inclusivé, improvisou uma música só para nós, ali, naquele momento :)
São provocadores de gargalhada fácil, deixam uma vontade grande de os voltar a ver e ouvir. Por isso, no final, não resistimos em falar com eles e pedir para da próxima vez virem até cá acima, ao que o baterista, Robbie Kuster depressa aceitou, reconhecendo o nome da cidade, associando-o rapidamente ao vinho do Porto. Melhor que nada, para quem vem de tão longe ;)
20/03/08
O jantar mais cómico do fim-de-semana
19/03/08
Saio do filme. Tantos sentimentos à mistura. O que dizer? O que escrever? Nem sei.
As sensações ao longo do filme vão mudando. Primeiro, a vontade de igualar na atitude. Dar um chuto a tudo e viver livremente, into the wild… A sociedade massacra, distorce, afasta. E nem damos por isso. O supertramp deu por isso e quis mudar. Mudou-se para o estado da natureza na sua plenitude de pureza. Linda de morrer. Linda de viver. Linda.
Passa outra sensação. Tantos que lhe querem bem, que lhe querem sarar a ferida que traz no coração. E ele não aceita. Quer seguir o seu destino, sozinho. Procura a sua felicidade, sozinho.
Mas…
“Happiness is only real when shared”
Este filme é para ser absorvido.
Cada palavra, cada imagem. São lufadas de O2 para a alma.
Às tantas damos por nós a inspirar, inspirar e a esquecer de expirar.
E saímos da sala abarrotados.
As sensações ao longo do filme vão mudando. Primeiro, a vontade de igualar na atitude. Dar um chuto a tudo e viver livremente, into the wild… A sociedade massacra, distorce, afasta. E nem damos por isso. O supertramp deu por isso e quis mudar. Mudou-se para o estado da natureza na sua plenitude de pureza. Linda de morrer. Linda de viver. Linda.
Passa outra sensação. Tantos que lhe querem bem, que lhe querem sarar a ferida que traz no coração. E ele não aceita. Quer seguir o seu destino, sozinho. Procura a sua felicidade, sozinho.
Mas…
“Happiness is only real when shared”
Este filme é para ser absorvido.
Cada palavra, cada imagem. São lufadas de O2 para a alma.
Às tantas damos por nós a inspirar, inspirar e a esquecer de expirar.
E saímos da sala abarrotados.
E a cereja no topo deste Into the Wild é a música de Kaki King e Eddie Vedder :) Perfect!
12/03/08
E vê os pratos sujos do jantar
E vê as garrafas, também vazias,
Tudo tragado durante o interminável "como está" da última noite,
- Embora um copo ainda contenha um horrível isco
Quão semelhante ao Homem é este homem e o seu destino -
Ainda bêbado e tropeçando entre as árvores amareladas
A caminho do pequeno-almoço de péssimo rum, sardinhas e ervilhas.
Malcom Lowry
09/03/08
07/03/08
02/03/08
Mémé, meteste-nos em verdadeiros cadilhos!
Sempre, sempre a pedir para ir lá para fora.
Ao jeito dela e bem perceptível! Adora cheirar o verdinho do jardim, miar aos pássaros que a sobrevoam e deliciar-se em mostrar aos gatos das redondezas a quem pertence aquele cantinho :)
Já não é a primeira, nem segunda vez que a ouço corrê-los dali pra fora. Qual Joana D'Arc! Hoje, no entanto, foi diferente. Um macho, de grande porte, não se assustou com a seu miar mimalhento, ao que parece fez-lhe frente e mordeu-a. Toca a correr ao veterinário. Novo abajour e injecção de 48 em 48H. O que dá mais pena é o ar infeliz com que fica, como se o mundo tivesse acabado...
Ao jeito dela e bem perceptível! Adora cheirar o verdinho do jardim, miar aos pássaros que a sobrevoam e deliciar-se em mostrar aos gatos das redondezas a quem pertence aquele cantinho :)
Já não é a primeira, nem segunda vez que a ouço corrê-los dali pra fora. Qual Joana D'Arc! Hoje, no entanto, foi diferente. Um macho, de grande porte, não se assustou com a seu miar mimalhento, ao que parece fez-lhe frente e mordeu-a. Toca a correr ao veterinário. Novo abajour e injecção de 48 em 48H. O que dá mais pena é o ar infeliz com que fica, como se o mundo tivesse acabado...
27/02/08

Sentámo-nos na Vila da Feira e assistimos ao Festival na Sexta e no Sábado.
Para não variar, chegámos atrasados e lá se foi a actuação do Sean Riley and the Slowriders :(

Primeira actuação foi a de Terry Lee Hale e... sinceramente, não gostei.
A noite fechava com Nina Nastasia. De timbre agudo e limpo, sem desafinar musicou-nos nostalgia, com letras belíssimas, capazes de fazer divagar... Teve uma boa ajuda do whiskey que ía virando goela abaixo para se soltar do ar assustado que trazia. Um simples assobio do público a fez saltar subitamente da cadeira e investigar atrás das cortinas o que se passava de tão misterioso! Um simples assobio eheheh ;)
Na noite de Sábado, seria impensável chegar com atraso!
O mestre iria abrir a noite :)
Pontualmente, ouvimos a sua guitarra, majestosamente dedilhada. Melodias de viajante, assim achei. E gostei do tímido trautear numa das músicas. Faltará pouco para termos letras à mistura? Mas se não for, não faz mal. É muito bom assim... muito booooooooooooom.

JP seguiu-se. Ainda não tinha tido oportunidade de o ver ao vivo. Gostei. O que ainda me fez mais feliz foi o seu sentido de humor apuradíssimo,
passado com mestria para as letras das músicas. Uma muito boa combinação, portanto! E viva a boa música portuguesa!
Sábado finalizava com Richard Hawley. Soube-me a um Rock and Roll dos anos 50.
Músicas suculentas de miminhos e afagos
Uiiiiiiiiii tão bom ;) Retorno a casa com gostinho doce no coração.
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